Caros leitores e leitoras.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

MTb vai diferenciar registro de jornalista diplomado e não diplomado

Com base em informe da Fenaj

O ministério do Trabalho vai criar regras comuns para todo Brasil que deverão ser seguidas na hora da emissão do registro profissional dos Jornalistas. Para não conflitar com a decisão do Supremo Tribunal Federal, que extinguiu a exigência do diploma para o exercício da profissão, os jornalistas com formação acadêmica em Comunicação Social, habilitação Jornalismo, serão registrados como “Jornalista Profissional”. Já os não diplomados serão registrados como “Jornalista”.

Atualmente, em alguns Estados, os processos de emissão de registros foram suspensos em função das dúvidas deixadas pela decisão do STF de julho de 2009, prejudicando a atuação dos profissionais, inclusive na inscrição para concursos públicos, que exigem, além do diploma de Jornalismo, o registro profissional.

Ciente do problema, Lupi disse à direção da Fenaj, a qual ele recebeu em audiência, que o Ministério emitirá uma norma técnica (NT) orientando as superintendências a uniformizarem o procedimento, registrando os jornalistas diplomados como “Jornalista Profissional” e os sem diploma como “Jornalista”. Tal procedimento já é adotado pela SRTE do Rio de Janeiro.

41 comentários:

Mírian Macedo disse...

Este Chico Sant'Anna, por exemplo, deve ser jornalista 'profiçional'. A indigência do texto o credencia. Ele escreve: "O STF extinguiu COM a exigência". Ou bem o STF 'extinguiu a' ou bem' acabou com'. Ele também tem dificuldade com advérbio... e tempo verbal. 'Atualmente' não combina com 'foram suspensos'. E o uso de orações adjetivas restritivas? O que é este horror? "Lupi disse à direção da Fenaj que ele recebeu em audiência" e "O MTb vai criar regras ncomuns para todo Brasil que deverão ser seguidas" . Isto sem falar em vírgulas erradas, palavras com maiúsculas, falta de hífen e vai por aí. O estilo é o homem. Queres saber? Tira a lauda, amassa, joga na cesta página e reescreve tudo.

Chico Sant'Anna disse...

Cara Mirian Macedo, que bom tê-la como leitora do blog, que de fato, pela falta de tempo hábil - temos que trabalhar, né? - não me permite uma revisão mais afinada. Inclusive, se você quiser ajudar, será muito bem vinda.

Um abraço e continue mandando suas críticas.

Patrícia Álvares disse...

Há, também já flagrei alguns erros do Chico, mas costumo ignorar em favor do conteúdo... Agora, se me permitem, o "temos que trabalhar" como justificativa foi terrível. Poxa, Chico-jornalista trabalha diretamente com o português. Então, "temos que trabalhar, né" pela e com a língua de Camões...

Quanto ao conteúdo do post, queria só acrescentar que a DRT do DF já diferencia jornalistas diplomados e não-diplomados da forma mencionada no texto há mais de um ano.

Chico Sant'Anna disse...

Patrícia, todas as correções e contribuições são bem-vindas. Quanto ao corre corre, é que o blog é sempre feito entre uma atividade e outra, às vezes furo de uma colagem, que faço emendas, como foi o caso desta nota, e a minha atividade profissional cotidiana não me permite dedicar mais tempo.
Por isso volto a dizer a vc, a Mirian, que todas as correções são muito bem-vindas.

Gazetta Revolucionária disse...

Somente uma pessoa de uma grandeza interior responderia tão gentilmente aos agravos que tu recebeste de Patrícia Álvares e Mírian Macedo. Elas ainda estão no tempo em que a forma era mais importante do que o conteúdo. Hoje, a Nova Linguística não considera essencial a perfeição gramatical, principalmente na comunicação fluida, rapidíssima do mundo virtual. Quando ao seu blog, você está de parabéns, está prestando um trabalho, de valor inestimável à comunidade.
Abraços fraternais
laercioppires@ig.com.br

Chico Sant'Anna disse...

Caro Laércio.
Grato pela sua solidariedade. De fato o corre corre não me permite uma melhor atenção ao texto. Às vezes estamos mais preocupados com a rapidez.
Mas vamos melhorando com a ajuda de vocês.

Marcelo Moraes disse...

Ser Profissional, sem prática é impossivel, eu acredito no Profissional Prático, formado na rua, e não com a b.... sentada numa cadeira de universidade, a elite, adora esse dircursinho, tem que ter faculdade, é muito bom ter estudo, saber, mas o saber é muito mas que isso,se fazer entender vale muito mais que um diploma que pode ser simplismente um pedaço de papel, essas senhoras das regrinhas de camões, não falam a lingua do Povo, imaginem elas escrevendo ao povo.

Ricardo Carelli disse...

O Sr. Marcelo Moraes defende ferrenhamente o direito da pessoa formada na rua e ataca ao formado na universidade. Acha que um diploma é um pedaço de papel. Desqualifica a formação universitária em detrimento dos menos abastados que não falam a língua do povo. Interessante, porém não consegui entender a lógica. Pelo que este Sr. diz, quem tem diploma nunca terá a prática, e quem tem a prática é auto-suficiente para conhecer tudo sobre as obrigações da categoria e a ética, que tanto falam, e até em seu próprio comentário aqui, lhe faltou. Seria bom que todos neste Brasil, pudessem ter um curso superior, mas não temos esta condição, ainda. Seria bom que todos tivessem, pelo menos, condições de poder se expressar de forma livre, o que é um direito consagrado. Mas que bom seria também se todos tivessem a clareza de que, ao contrario que quem apregoa, ser formado por uma faculdade, em hipótese alguma,é pior que não ser. Todo preparo é muito bem vindo. Todo despreparo como é o do Sr. Marcelo Moraes, deve ser repudiado e banido. É uma pessoa ignorante, no sentido literal, pois lhe falta conhecimento para falar com propriedade, talvez um curso superior o faça melhorar esta condição, apesar de não certo e justo, pois pode não ser suficiente a sua capacidade cognitiva e intelectual. Quanto ao blog, uma obra imperdível. Recomendo sempre que posso.

Júlia Guimarães disse...

Sou filha de jornalistas (diplomados), desde criança escrevo textos, incentivada por meus pais entrei na faculdade de jornalismo, em pouco tempo abandonei o curso, professores antiquados, anti-capitalistas, parados no tempo.

Comunicação é vocação, está no sangue, se o diploma me faz falta? Apenas para concurso publico (que não é a minha) e para participar de prêmios.

Vivo da minha profissão, trabalho numa grande empresa que me contratou por conhecer o meu trabalho, tenho muitos colegas formados, mas, infelizmente a faculdade não lhes acrescentou nada além do diploma.

Não quero desvalorizar o esforço de quem conseguiu suportar os 04 eternos anos da faculdade, mas, tem um monte de profissional formado que até hoje não consegue escrever um texto interessante.

Só mais uma coisinha, Ética não se aprende na faculdade e trabalho se aprende trabalhando.

Júnior Nery disse...

Mania besta essa dos professores de português - sem ofensa generalizada - achar que no curso de Comunicação - no meu caso jornalismo - a gente aprende disciplinas como "filologia", linguística aplicada", "Latin"..., obrigatórias no curso de Letras, e que levam os profissionais dessa área a buscar a excelência gramatical na hora de escrever um texto. Para nós, comunicólogos, o que primamos, de fato, é repassar a informação da maneira mais acessível (simples) ao leitor... Imaginem, por exemplo, publicar em uma matéria no jornal do bairro qualquer uma fala do presidente da 'Associação dos Solteiros' que ficou "estomagado" com os associados que se recusaram a participar do evento beneficente...", e a pobre dona Maria, leitora assídua do informativo, ter de ir correndo ao dicionário - se é que tenha um em casa - para saber o que é, afinal, estomagado. Sou a favor, claro, de uma revisão textual nas redações, mas a maioria mal consegue cumprir com a folha de pagamento dos próprios jornalistas, imaginem ter de contratar um revisor! Sou jornalista de formação (sonho de infância realizado e hoje subestimado) e brasileiro, portanto, falo, desde criança, a língua falada pela maioria das pessoas (de formação ou não) de meu País. Logo, penso, se posso simplificar minha ideia, por em prática o que aprendi nos 4 anos em que sentei minha b... numa sala de aula, por que não o faço? Afinal, pude, na Academia, aprender, além de ética, técnicas que poucos profissionais de Letras conhecem na hora da construção de um texto INFORMATIVO. Fazer com que a mensagem seja entendida pelo receptor é nossa preocupação. Outro exemplo? Vejam se não entendem o que quero dizer dessa maneira: "Não ipmotra cmoo as plaavras esjtaem ecsrtias no txeto, o ipmrotnaet é que a piremira e a útlmia lerta etsejam na odrem crortea para que sjea cmopreneidda a mnensagem". Parabéns, Chico, pelo blog maravilhoso. Entendo a sua vontade de informar em meio ao “dead line”.

Anônimo disse...

Faltou os comentaristas comentarem o conteúdo do texto, o que faço agora. Um absurdo essa diferenciação, uma vez que o jornalista sem diploma que exerce a profissão é um jornalista "profissional" e um jornalista com diploma pode não exercer a profissão, e ser "não profissional". E o que o MT quer dizer com "profissional"... Ninguém sabe, certamente. Mais uma pisada de bola do ex-Ministro Luppi, e o certo era seguir à risca o que manda o acórdão do STF, que é não diferenciar. Mas enfim, haja paciência, vamos esperar para ver qual é a próxima sacada do MT.

Um jornalista diplomado! disse...

O que impede os jornalista não diplomados (principalmente esses do discursinho "fui moleque bicho-solto, criado na rua e não no parquinho") de tomar vergonha na cara e cursar uma faculdade? Aperfeiçoamento profissional é sempre bem-vindo... E enquanto esses zé-manés não prenderem a valorizar o nosso ganha pão, a classe em geral vai continuar trabalhando por migalhas...

Um jornalista diplomado! disse...

*aprenderem

Antes que as revisoras gramaticais, leitoras e trolladoras assíduas do blog, me corrijam...

ZC Jacare disse...

Meus compatriotas

O diploma é sempre bom, se possivel. Mas ele não garante que o trabalhador jornalista seja bom o suficiente para ser contratado.
Os formados estão com medo e querendo fazer reserva de mercado/profissão. Os bons profissionais vão achar o seu lugar. Mas os mediocres...

A competencia sera sempre a credencial essencial e o mercado sera regido pela oferta de bom e mal profissional, que a empresa contratante escolhera.

Sobre "jornalista profissional" e "jornalista" trata-se de discriminaçao e sera derrubado, de novo, pelo STF.

O curso na faculdade ajuda muito a quem não tem formação cultural (que não precisa banco de escola para se adquirir) e que tenha "queda" para o jornalismo e que não tem padrinho ou ja escreve - é para quem esta começando a vida agora...

Para quem ja tem formação pratica, sendo autodidata, formação de carater, educação de berço e talento minimo para escrever, estara sempre trabalhando.
E etica é como a honestidade; é inerente do ser que veio de uma familia com base e de bem. A escola não ensina etica.

Chico parabens e, se não cometessemos erros tirariamos o emprego de muitos professores de portugues que labutam nas redações.

Saude e pax
ZC Jacare - BH

Anônimo disse...

Gente, quanta discussão em torno do óbvio!

Não tenho diploma mas me considero jornalista profissional. São anos dedicados à essa profissão, pela qual sou apaixonada e prefiro tirar diploma de algo que acrescente conhecimento ao que já faço.

Nunca me faltou trabalho e sou reconhecida na minha região como profissional ética, reponsáel e competente.

Não defendo o 'ter' ou 'não ter' diploma. Defendo o direito de profissionais que começaram a trabalhar antes da exigência e ganharam formação prática sejam respeitados.

Anônimo disse...

Quantos comentários.! Parabéns pelo blog!
Vendo de longe... o que vejo é muito preconceito: pré - conceito ao que não se conhece e muita opinião formada sem saber. Quem frequenta bancos universitários, e aproveita bem, sabe o que a faculdade pode oferecer e aprende com o que não se oferece, se não for só um ingênuo reclamão. Aprendemos também com a falta, com os erros dos outros (professores antiquados! e os pesquisadores seriam antiquados?)e assim podemos ser mais criativos. A prática vem depois, o pensamento (e crítico)antes.
Quem faz Letras sabe que não se aprende só "regrinhas". Quem se especializa em determina área - História, Direito, Música, Esportes - e gosta de Comunicação, é interessado e sabe escrever bem, não é digno de ser considerado "jornalista" ou é jornalista somente o "repórter"? No sentido de que só vale o "texto informativo", aquele que "reporta" os fatos? E para pensar: a forma na língua escrita não é uma convenção? se cada um pontuar ou criar sua forma na "língua", será que vai ser bem compreendido? ou será que teremos todos de aprender uma nova forma, já que cada um vai querer fazer do seu jeito? A obrigação de se fazer entender é de quem escreve ou de quem lê? Quem escreve está preso no vocabulário de seu restrito leitor? Em compensação, está livre das regras gramaticais? Respostas são bem-vindas!

Anônimo disse...

NOBRE JORNALISTA :

O CNJ IGNORA O QUE PASSA NA JUSTIÇA. ENTÃO É DE SE PERGUNTAR, ESTARIA O CNJ CUMPRINDO O SEU PAPEL, OU APENAS VIVENDO DE APARENCIAS E A CORRUPÇÃO CONTINUA CADA VEZ MAIS PROFUNDA?



AJUDE A DIVULGAR

É BOM CONHECER UM POUCO DA JUSTIÇA:
É BOM VERIFICAR AS DENUNCIAS DO DR. ABBOUDLAHDO NO YOU TUBE SOBRE A JUSTIÇA NO BRASIL


http://youtu.be/2iiYgdZOipw

http://youtu.be/GbNAtPRd5Qk

http://youtu.be/nOKbfFFg23M


estes são alguns vídeos que fez sobre invasão de terras no ms pelo poder judiciario
SOU JORNALISTA FOTOGRAFICO E TAMBÉM DIRIGI O FILME DE LONGA METRAGEM INTITULADO PARALELOS TRAGICOS

Edner Pizarro disse...

Enquanto muitos "formados", tem tempo de criticar blogs, para satisfazer o ego rídiculo e a vaidade, talvez como uma tentativa frustrada de saciar o seu profundo sentimento chulo, de saber que não consegue valorizar o "diploma" pago pelos pais(vale muito mais para os formados em universidades federais). Saibam que a probabilidade é que o seu patrão, já que jornalista é proletário, não deve nem ter cursado o ensino fundamental, ganha uma fortuna e limpa o rabo com o seu diplominha, que tratado-se de Brasil, qualquer idiota semi-analfabeto consegue ter. Porque faculdade cursa, não ensina. É ridículo se achar mais que alguém, ao invés de criticar o blog alheio, peçe para o seu pai abrir um negócio pra ti, e vai tentar administrar, admitir os seus empregados, e dai sim, por essa banca soberba... Isso, é claro, se não estiver muito ocupada enquanto a sua mãe lhe serve um nescauzinho.

Edner Pizarro disse...

Tratando-se*
alguém. Ao *
peça*
pôr*

Para o resto das correção, i don't give a fuck!

Edner Pizarro disse...

correções* damn it!

Anônimo disse...

eu o povinho, fico assustado em ver tantos nobres intelectuais se matando ao pré conceito entre si, fato

um sem diploma narra Juca Morreu
com diploma narra Juca Morreu

sabe o que um qualquer faz, "acalenta" a mãe, o pai, a família.

sabe qual diploma faculdade ameniza a informação ? infelizmente a faculdade ensina que o diplomado pode achacoletar nos o povinho,... que mau sabe escrever, sabe o que é pior.... é saber que ainda tem gente com o coração na regra de colocar que em quando e ser em ter enfim o primeiro se mostrou educado a ele que devo respeito... senão vcs ia ler o que o povo fala na rua para um bando de demagogos....nheca.

Paloma Silva disse...

Chico, continue escrevendo e ignore todo resto. Sua gentileza vale por mil palavras, sem demagogia.

Paloma Silva

carloscamarada@hotmail.com disse...

Boa Noite ! prezado Chico Sant'anna, gostei muito do artigo que postou...sabe de uma coisa ? sou fotógrafo e às vezes faço freelancer para um jornal e isso sem dúvida vai me ajudar e muito...
Antes porém, escrevo para agradecê-lo e concordar com a bela explanação e comentário do Gazeta Revolucionária muito bom !
Sabe !alguns que escrevem aqui parecem aqueles que se acham "fotógrafos" profissionais só por serem proprietários de uma câmera Canon ou Nikon profissional ou por fazerem um curso de fotografia nessas escolas de "Elite"e que desconhecem além da palavra Humildade e Preconceito, as técnicas e vivência do dia a dia da fotografia, assim como os ótimos jornalistas que não possuem curso superior na área e são brilhantes...
Quanto preconceito hein !?trabalho às vezes como repórter fotográfico não tenho curso de jornalista e nem de fotografia, aprendi na prática de rua, no tempo das câmeras com filme e quarto de revelação etc...na prática sabe!? trabalho em um jornal até que conceituado (não vou citá-lo aqui), mas até hoje desconhecia e sou sincero em dizer isso,que eu poderia conseguir o registro no MTB.Muito obrigado Chico , Saúde e Prosperidades... Carlos !

Martins Morim disse...

Caro Chico!

Consegues explicar-me por que motivo ou motivos um licenciado é Jornalista Profissional e um não-licenciado é apenas Jornalista?
Julgo saber que, no Brasil como em Portugal, os curso de ciências da comunicação têm distintas vertentes - jornalismo, relações públicas, marketing, publicidade, etc...

Quer dizer que aí um licenciado em qualquer área, que não a de jornalismo, pode ser habilitado como Jornalista Profissional?

Eu costumo dizer: sou jornalista! Ponto. Não sou jornalista, ponto.com.

Jornalista é jornalista. Ponto final.

E, já agora, mais uma observação. Estou certo de que, aí como aqui, há muito diplomado que nem escrever sabe, e outros formados na universidade da «tarimba» na Redacção ou fora dela, com mais e melhores habilitações profissionais, tanto no valor literário e jornalístico dos textos, como no respeito pelas boas práticas do jornalismo, designadamente no respeito pela ética e a deontologia da profissão.

E fica muito mais por dizer e polemizar.

Forte abraço, caro amigo
Martins Morim

Rodrigo Sousa disse...

Em meio à muitos dizeres: "Melhor não sendo ser, do que sendo não ser"

Marcelo disse...

ser ou não ser eis a questão!

JUCAROSANEWS disse...

ser ou não ser eis a questão, vamos a luta companheiros.

Anônimo disse...

Bom, entendo que a atividade de jornalista deva ser respeita; com mais acentos ou menos hifens. O conteúdo tem importância desde que respeita a fonte e a credibilidade da informação. Eu não sou jornalista formado; porém tenho um tablóide com 20.000 exemplares de tiragem mensal. Neste, informo assuntos cotidianos e locais, assim como divulgação de propaganda. Sou do tempo que para se produzir um jornal, era na base da colagem... muitos sequer sabem como isto acontecia. Hoje completo 18 anos de profissão, e acompanhei todo o processo de mudança; desde a informatização até a descoberta das redes sociais. Foi um longo percurso. Acho que não preciso de diploma!!!!

Jornalista prá mim tá bom...rsrsrsrsrs não muda nada!!

Anônimo disse...

Grande preocupacao com os erros de portugues do Chico Sant'Anna,sem fazer uma minina critica construtiva do texto escrito....Sou a favor sim do jornalista sem faculdade e muito a favor... Com o avanco da internet 98% dos "Jornalistas Profissionais" como se diz nao corre atraz da noticia...E como se fosse um grande Cortiço.Rssssss de boca em boca ou melhor de tecla em tecla.

Neide Lunas disse...

Caríssimo, Chico...

(Sem palavras)

Quando crescer...


...quero ser como você.


* Hei, meninas... corrijam meu português.

renata couto disse...

sabe me orientar como tiro meu MTB de jornalista sem ter diploma?
Sou jornalista de fato e não por formação, e possuo um periódico de bairro que circula no RJ.

Sua orientações podem ser de grande valia, aguardo retorno, obrigada.

rencouto@globo.com

Renata Couto.

Anônimo disse...

Sou um comunicador. Diante de um microfone ou uma câmera não tremo na base. Gosto de transformar coisas corriqueiras em textos interessantes. Nas empresas em que já trabalhei, sempre me destaquei atuando como RP e Atendimento à Imprensa. Minha formação acadêmica é em Marketing, com uma pós graduação em Comunicação Empresarial. Trabalho desde os 15 anos como designer gráfico e sei muito sobre a área da comunicação. Entrei em um projeto de uma revista no setor onde trabalho. Contratamos uma jornalista formada, com diploma, com registro, tudo certinho. No fim, fiz quase toda a revista sozinho, ela mal conseguiu produzir dois textos. Agora estou a procura de obter um registro de jornalista para dispensarmos a jornalista, pois de fato, pela minha experiência, sou. Podem discutir o que quiser. Mas fatos, como todo jornalista formado ou não sabe, são fatos.

Thiago Rodrigues disse...

Olá Chico. Tirei meu MTB com diploma e agora com esse sistema SIRWEB não aparece mais Jornalista Profissional, mesmo com diploma. Está certo isso?

Parece que mudou, veja.

http://www.blogdothiago.com/2013/12/mtb.html

Anônimo disse...

Essa discussão é besta e reacionária. Jornalista é jornalista, questão de vocação. Diploma não é sinonimo de qualificação, a não ser no próprio pedaço de papel que atesta a mesma. Trabalho e já trabalhei com formados que nem sabiam ter um pensamento lógico pra botar no papel. Outros nem sequer revisavam seus textos. Mandavam ver assim mesmo, com o imediatismo que permeia a sociedade de hoje. Se é isso que o diploma avaliza como profissional, dá vergonha.

Isa Metzker disse...

Hoje me deparei com o blog do Chico Sant'Anna. Trabalho com imprensa escrita desde os meus 17 anos. Li bastante sobre a discussão sobre a escrita correta e a velocidade da comunicação virtual. Bom, tenho registro de Jornalista e não sou diplomada. Porém,frequentei a faculdade de Comunicação da PUC Minas por 2 anos e não tive condições de concluir o curso. Apesar de minha vasta experiência em comunicação, encontrei na faculdade muito conteúdo importante, apesar de, às vezes a coisa parecer monótona, retrógrada, antiquada... porém, mesmo com meu registro ainda almejo concluir a faculdade. Afinal, é um desejo particular meu. Agora o que sempre percebi no meio é uma certa vaidade, glamourizada pela sociedade e rotula tanto jornalistas quanto publicitários (áreas mais evidentes da Comunicação Social) como "diferentes", "excêntricos", "vanguardistas" ou coisa que nos valha!!! rsr rsr rsr E isso, sem querer, acaba fazendo com que nos julguemos uns aos outros de forma, perdoem-me a liberdade, muitas vezes arrogante. Agradeço ao Chico que, pelo que vi, se mostra uma pessoa sensata, aceitando críticas de forma madura e ponderada, sem contudo devolver a ríspidez dos muitos posts que o criticam. A vida, para mim, é um aprendizado constante. Agradeço a você, Chico Sant'Anna, por me privilegiar com mais essa lição!

Anônimo disse...

Oi amigo. Sou Radialista já registrado. O que é necessário para dar entrada no registro de Jornalista não diplomado?

Anônimo disse...

No meu ponto de vista é discriminação estão querendo conseguir uma brecha na lei para reduzir os direito e deveres de cada jornalista não formado....um deles seria impedir de assinar materiais jornalisticas.

Isto é tudo palhaçada!

JORNALISTA JOSE CARLOS PEREIRA disse...

O Jornalista tem propriedade intelectual. Ele é profissional em qualquer circunstancia. O Diploma foi exigido pelo AI 5 e ninguem fala disso. Diploma de jornalista é obra da Ditadura.

charrua.blogspot.com disse...

Prezado Chico, um abraço.

Eu sou colunista em 3 sites, tenho artigos publicados em revista literária virtual, também entrevistas efetuadas e sou Diretor de Imprensa da UBE.

Portanto eu posso tirar o registro de jornalista prático?

No aguardo

Saudações!
Eduardo Garcia

Anônimo disse...

Exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista, aqui neste blog, esta mais que provado que, isso não importa mais.

Wlitcab disse...

Lembro-me de uma época em que importava o conteúdo e não a escolaridade. Bons profissionais se destacavam pelos serviços prestados, não pelo que papeis diziam.
Entendo que uma formação é algo que pode mudar a vida de alguém, mas uma formação não faz um medíocre em um excelente profissional. O profissional se faz!
Parabéns pelas informações, parabéns pela postura em relação às críticas.