Caros leitores e leitoras.

domingo, 20 de maio de 2018

Sest-Senat seleciona Comunicador Social

O Serviço Social dos Transportes e Serviço Social de Aprendizagem no Transporte (Sest-Senat) seleciona um profissional de Comunicação Social para atuar na condição de Técnico de Campanhas e Eventos. Podem se candidatar graduados em Jornalismo, Publicidade ou Relações Públicas.
O contrato é por tempo determinado (não foi informado o tempo) e o desempenho das atividades dar-se-á em Samambaia - DF. O anúncio publicado no Correio Braziliense de 20/5 não informa o salário ofertado nem a jornada de trabalho.
Dentre os requisitos desejáveis está a experiência em campanhas sócio-educativas e o planejamento, organização e execução de eventos.
Os interessados devem enviar seus currículos, até o dia 24/5, para o endereço eletrônico brasilia.df@sestsenat.org.br, informando no espaço para "assunto" o código 008/2018

sexta-feira, 27 de abril de 2018

5 vagas para profissionais de Comunicação na função de analista de mídia social


Vagas em Sao Paulo. Home office não será aceito.


Por Chico Sant'Anna



A empresa Presença Online procura profissionais de Comunicação Social para o preenchimento de cinco vagas de analista de mídia social. 
O candidato deverá ter experiência nesse tipo de interface, possuir boa redação, boa relação com os usuários de redes sociais, gerenciando respostas que prezem pelo bom relacionamento com o público.

Ao todo são 5 vagas de analista de relacionamento em mídia social, todas para início imediato.

O salário e a jornada de trabalho não foram informados, nem mesmo a relação contratual. O trabalho será desempenhado em São Paulo, capital, no bairro de Pinheiros, Não serão aceitos sem home office.

Requisitos:   
·      Graduação em Comunicação Social ou áreas correlatas; 
·      Excelente gramática, escrita e redação;
·      Habilidade em apuração de conteúdo; 
·      Familiaridade com publicação e edição em redes sociais; 
·      Familiaridade com métricas em redes sociais; 
·      Ótima comunicação, bom relacionamento com clientes e atenção a detalhes;   

Para participar do processo seletivo basta preencher o formulário disponível aqui.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

A história do JB, o jornal que amava a notícia, com Cézar Motta

Por FC Leite Filho

O Jornal do Brasil, JB para os íntimos, marcou época na imprensa brasileira, principalmente pela maneira que tratava a notícia. Longe do facciosismo e da intolerância que marcam os dias de hoje, a redação do JB procurava retratar a realidade a partir de um ponto de vista factual. E o fazia com extrema elegância e até um certo lirismo. 

Seus jornalistas e patrões, quaisquer que fossem as posições ideológicas e injunções empresariais de cada um, priorizavam os fatos, antes de mais nada. 

A poesia desses profissionais - jornalistas, escritores, artistas plásticos e outros sonhadores que sofreram com a censura política, a auto-censura, os desmandos e a megalomania dos patrões, ainda produziu outro efeito colateral: uma certa revolução na cultura e mesmo nos hábitos daquele Brasil que parece não voltar mais.


Leia também:

O dia em que o JB voltou a circular


Veja bem, não estamos falando de um jornal alternativo. Nada, o JB  pertencia à grande imprensa, ou mídia hegemônica, como dizemos hoje. Estava sujeito às pressões do poder e dos negócios, mas sempre fazia prevalecer o primado da notícia.

O jornalista Cézar Motta, 68 anos, ex-JB, ex-O Globo, ex-TV Globo, ex-Veja, é o nosso entrevistado do programa Café na Política. Ele conta como pôs a mão nesta história, que rendeu um livro de 564 páginas, recentemente editado pela Objetiva. Seu título: "Até a última página - Uma história do Jornal do Brasil". 

Minucioso e detentor de farto material, cedido pelos donos do jornal e testemunhos vivos de mais de uma centena repórteres e editores, políticos e administradores, ele nos relata, como era este grande jornal, por muitos considerado como um The New York Times ou um Le Monde brasileiro.


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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Jornalista goiana, Maria Félix lança livro de poesias



Em “Versos que me habitam”, vida e morte são recorrentes entre os poemas publicados neste livro, escrito ao longo de muitos anos.


A Confraria do Vento lança “Versos que me habitam”, livro de poesia da jornalista e escritora Maria Félix Fontele. Conforme afirma a própria autora, “semeio esses versos que habitam em mim porque vivo e morro de amor a cada instante.”

Vida e morte são recorrentes entre os poemas deste livro, escrito ao longo de muitos anos, nos quais a poeta veio costurando temas como o próprio amor, o tempo, a família, a amizade, a religiosidade. Maria é de fato uma artesã que tece palavras, buscando sempre fazer emergir sentimentos humanos, puros e complexos. É um livro que visa a leveza, mas sem deixar de lado a complexidade que pode estar oculta nos sentimentos mais simples.

Goiana, Maria Félix Fontele é jornalista e escritora. Há muitos anos está radicada em Brasília. Foi secretária-adjunta e coordenadora de Comunicação Social do Governo do Distrito Federal, além de primeira coordenadora de Comunicação Social da Câmara Legislativa do DF. Atuou como repórter, chefe de reportagem, editora e colunista em diversos veículos de comunicação – entre eles Jornal de Brasília, Jornal do Brasil e Correio Braziliense - e em assessorias de imprensa. Editou revistas e publicações nacionais na área de gestão pública. 

Como escritora, participou de algumas antologias poéticas. Em 1992, venceu o Concurso de Poesia da revista Xicóatl, de Salzburgo (Áustria), com o poema “Retrato”.

Serviço:
Livro: Versos que me habitam, de Maria Félix Fontele
Lançamento: 16 de maio, quarta, a partir das 19h
Local: Carpe Diem, CLS 104 , Brasília

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Comunicação Pública no Brasil é tema de livro na Europa


Acaba de sair pela editora espanhola Novas Edições Acadêmicas o livro que traz a tese de doutorado, de autoria do jornalista Chico Sant'Anna, editor deste blog, agraciada, em 2008, com o Le Prix de Thèse du Senat, concedido pelo Senado da França.
A edição é on-line. Ela trata da comunicação pública no Brasil, com um foco maior na estratégia de comunicação do Senado Federal.
O título é Mídia das Fontes: um novo ator no cenário jornalístico do Brasil.
Em 2014, parte da tese foi objeto da prova do concurso realizado pelo Exército. Ela tem sido utilizada em cursos preparatórios de concursos públicos, bem como pelos estudiosos da Comunicação Legislativa. Foi editada anteriormente, em Francês, pelo Senado da França e, em português, pelo Senado Federal.
Há um trabalho bem aprofundado em referencial teórico e uma análise de campo forte sobre o cenário das mídias criadas e operadas por entes que não poderiam ser classificados como meios tradicionais de comunicação.
Quem desejar o link da editora está abaixo.
Aquisições em maior quantidade reduzem os preços. Para adquirir, clique aqui.

domingo, 1 de abril de 2018

Vaga:Pnud seleciona Comunicador

Por Chico Sant'Anna


Programa das Nações Unidas para o DesenvolvimentoPnud seleciona um Comunicador Social para desempenhar atividades como consultor ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep. 

Há apenas uma vaga e dar-se-á preferência aqueles que, além da graduação em Comunicação - qualquer área -, possuírem pós-graduação em Comunicação, com enfase em Publicidade.

É requerida ainda experiencia profissional pregressa de no mínimo cinco anos em trabalhos de ilustração, diagramação, designer e ou tratamento de imagens.

As inscrições estão abertas até 8 de abril e deverão ser feitas unicamente por meio de correio eletrônico processo.seletivo@inep.gov.br. No espaço para assunto do e-mail deverá ser inserido o código "2018-006".

O edital com maiores explicações está disponível aqui.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Caso Mariele: EBC tenta censurar jornalistas


Do blog Gama Livre

A Empresa Brasileira de Comunicação, que por natureza deveria zelar pela liberdade de expressão e pela pluralidade informativa está tentando, segundo relatos internos de profissionais, censurar a cobertura do assasdinato da vereadira fo Rio de Janeiro, Mariele Franco.

Diante de tal postura, os trabalhadores se rebelaram. O protesto foi de radialistas e jornalistas da EBC, Empresa Brasileira de Comunicação, e contra a restrição imposta pelas chefias da Agência, para que não se cobrisse mais os atos de protestos ao assassinato de Marielle e o Anderson.
A alegação da chefias é que tais atos seriam uma "exploração política", desconsiderando que a orientação é de censura as manifestações legítimas e importantes e verdadeiros fatos jornalísticos.

Os servidores censurados lembram, por outro lado, que o site da EBC faz cerca de 10 matérias por dia sobre o Fórum Mundial da Água por ter feito contrato com a Agência Nacional de Águas no valor de R$1,8 milhão